Expectativas sobre a Black Friday norte-americana (a original)

Facebook
Twitter
LinkedIn
Consumidores na entrada da Macy´s (NY Times)

Ontem nos Estados Unidos os consumidores mostraram na corrida às compras da  Black Friday que o otimismo local anda realmente crescente. Nos últimos meses os norte-americanos experimentaram aumento  no nível de emprego e do valor dos imóveis (finalmente).  Até a reeleição de Obama é um sinalizador desse otimismo – lhe deram um voto de confiança acreditando nessa melhoria.

Ainda na onda do otimismo, a NRF (National Retail Federation) estima que as vendas de final de ano vão aumentar 4,1 por cento este ano, chegando a 586 bilhões de dólares. Essa previsão de vendas é baseada em um modelo econômico que considera indicadores como o desemprego, dados do mercado imobiliário, relatórios mensais de vendas no varejo, incluindo as vendas de novembro e dezembro – sinal da importância da Black Friday para eles, considerada um termômetro do desempenho final das vendas da estação de final de ano como um todo.

Os números oficiais vão demorar um pouco para sair, mas o Walmart, por exemplo,  informou que essa última Black Friday foi o melhor de todas as épocas para a empresa, trazendo 22 milhões de clientes para suas lojas na quinta-feira. Durante o frenesi de compras, das oito até a meia noite, o varejista processou ​​cerca de 10 milhões de transações, vendendo quase 5.000 itens por segundo.

Entre outros resultados apresentados, o Walmart mencionou o “crescimento incrível” do iPad 2, bem como das TVs e blu-ray players da LG , dos quais foram vendidos 1,3 milhões de unidades cada. Informaram a venda também de mais de:

  • 1,8 milhões de toalhas,
  • 1,3 milhões de televisores,
  • 1,3 milhões de bonecas e
  • 250.000 bicicletas.

Parece que a turma levou a sério a expressão “shop till you drop” por lá.

Comprar até cair Black Friday 2012 (NY Times)
Black Friday no Times Square (NY Times)

Fontes: NY times, PR Newswire

Mais artigos

Baby-boomers e seu impacto no varejo

Por Maurício Morgado. Baby-boomer é um termo cunhado pelos norte-americanos para designar os consumidores nascidos depois da II Guerra Mundial, no século passado. 

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *