Google Assistant marcando horário no cabeleireiro

O Google mostrou uma nova capacidade do Google Assistente de cair o queixo: logo logo ele fará chamadas telefônicas em seu nome. O CEO da empresa, Sundar Pichai, reproduziu uma gravação telefônica na qual o assistente marca um horário para sua “cliente” em um salão de cabeleireiro. A voz soava incrivelmente natural e a pessoa do outro lado não tinha a menor ideia de que estava conversando com um assistente movido a Inteligência Artificial. Note que o Assistente do Google até deixou escapar um “hum-hum” super casual no início da conversa.
Fonte: www.theverge.com
Para mais informação, consulte aqui o blog do Google sobre o tema.

Confiança do consumidor, sistema Cantareira e ações da Petrobrás – tudo em baixa.

Pois é, a confiança do consumidor só aponta para baixo. Está em níveis inferiores ao da crise de 2008 e já bateu nos patamares da época do mensalão, em 2005. Em tempos de escândalos políticos e financeiros bilionários, seca na torneira, ameaça de apagão energético e economia travada, o consumidor vai travar o bolso.

Dava para ter evitado? Poderiam ter feito mais obras de infraestrutura na época das vacas gordas? Poderiam ter dado um choque de gestão e reduzido a roubalheira? Poderiam sim, mas não o fizeram. Agora é sobreviver em 2015 e torcer para um 2016 melhor.

Confiança 2014

Agora a queda da confiança do consumidor chegou forte ao varejo

Confiança x PMC

Durante os últimos dez anos o desempenho do varejo parecia imune (ou muito pouco afetado) pela confiança do consumidor. Episódios como o escândalo do mensalão em 2005 ou a crise de 2008 tinham pouco efeito no varejo. A confiança caia, mas as vendas continuavam. Marolinhas.

Agora parece que a coisa pegou mesmo. A partir do começo deste ano a confiança despencou e, com ela, as vendas do varejo. Acompanhe no gráfico acima como as coisas se complicam a partir de janeiro de 2014. A nuvem escura está sobre nossas cabeças. Quando os efeitos chegarem ao emprego, aí é que o varejo vai sentir mesmo.

Observações:
O quadro fica pior se considerarmos o varejo ampliado, que inclui automóveis e não está representado no gráfico.
Os dados de confiança são para a cidade de São Paulo somente, por falta de um dado nacional à mão agora.
A correlação do ICEA com a PMC é de 57% no período analisado.