Classes A e B são a maioria dos clientes da 25 de Março

Uma pesquisa da TNS Interscience encomendada pela Giacometti Arquitetura de Negócios apontou para o seguinte perfil do frequentador da Rua 25 de Março, a meca do consumo popular em São Paulo:

* Classe A: 12%

* Classe B: 46%

* Classe C: 33%

* Classe D: 9%

O gasto médio dessas pessoas é de R$ 123,00. O percentual delas que compra para uso pessoal é de 79%, as que trabalham na 25 de Março outros 11% e somente 10% dos frequentadores compra para revenda.

(:$) Duas surpresas interessantes: 58% de frequentadores pertencentes às classes A e B (tudo isso?!) e 10% que compram para revenda (só isso?!). Nada como uma pesquisa para acabar com “verdades” há muito estabelecidas…
Bem, se você nunca visitou a 25 de Março, não sabe o que está perdendo. Além do aspecto folclórico (vá com bastante paciência e, definitivamente, sem pressa), você ganha um show de varejo brasileiro e ainda pode, de quebra, aproveitar para dar uma passadinha no Mercado Municipal e saborear os famosos pastéis de bacalhau. Também pode provar os gigantescos sanduíches de mortadela. Vale a pena.

Fonte: FSP 2/11/2006, pág. B1 e 25centavo.wordpress.com (foto)

Classe C lidera crescimento no consumo

As famílas com renda entre 4 e 10 salários mínimos, a classe C, lideraram o crescimento do consumo nos 5 primeiros meses de 2007, comparativamente a igual período do ano passado, segundo informa o Latin Panel.
Enquanto a classe C, responsável por 40% do consumo nacional, cresceu 7% no período, as classes A e B cresceram 6% e as classes D e E, na lanterninha, o fizeram à taxa de 5%. A média nacional, considerando todas as classes, foi de 6%.
O painel do Latin Panel, que monitora o consumo de 8.200 famílias no país, registrou crescimento mais expressivo na cesta de consumo de alimentos. Os destaques foram para:
  • bebidas à base de soja (+27%)
  • iogurtes (+2o%)
  • sorvetes (+15%)
  • sucos prontos (+15%)
  • molho de tomate (+135%)
Saudabilidade, praticidade e pequenas indulgências gastronômicas parecem ser a tônica desses primeiros 5 meses de 2007.

Fonte: FSP 30/6/2007 – pág. B13